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Notícia 20.04.2015

A ADNano, empresa de Florianópolis voltada para o desenvolvimento de soluções avançadas com tecnologia sustentável, e um de seus sócios, Leandro Antunes Berti, foram destaque na reportagem “Nanotecnologia avança na criação de novos elementos”, publicada no jornal Valor Econômico no dia 08/04. A matéria chama a atenção para o avanço da Nanotecnologia no Brasil, e menciona algumas empresas de Santa Catarina – entre elas a ADNano, contemplada na Operação SC-IV do Sinapse da Inovação.

O principal produto da empresa é o NANO-MR (Nanofluido Magnetoreológico), um fluido nanoestruturado que possui características vantajosas para o controle e gerenciamento de amortecimento e vibrações. Pode ser aplicado a diferentes setores, entre eles o automotivo. Em amortecedores, por exemplo, o fluido proporciona maior controle, mais conforto e segurança, economia de combustível e consequentemente redução das emissões de CO2 e da necessidade de manutenção do veículo. Outra aplicação do fluido, produzido à base de óleos vegetais, é substituir o poluente óleo ascarel no isolamento de transformadores elétricos, com a vantagem adicional de aumentar em até 30% a eficiência energética desses aparelhos.

Leia a reportagem completa:

Imagem Portal

Em edital lançado no último dia 06/04, a Natura busca empresas de base tecnológica e startups que façam parte das redes dos parques tecnológicas e incubadoras associados à ANPROTEC e que possam contribuir para a melhoria de seus produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos através de competências no desenvolvimento de soluções tecnológicas. São destacados projetos, processos ou produtos como: aparelhos e dispositivos para aplicação de produtos cosméticos ou para tratamento e diagnósticos da pele e do cabelo capazes de melhorar a experiência e o benefício do usuário; aplicativos e tecnologias que promovam interatividade e ampliem a experiência dos consumidores com os produtos e serviços da Natura; tecnologias de ingredientes, como emulsões, tensoativos, proteção solar, óleos e emolientes; tecnologias de formulações cosméticas; tecnologias de embalagens que possibilitem novas formas de aplicação e experiências do usuário.

Os empreendedores interessados devem disponibilizar informações sobre sua empresa, produtos e inovações, e descrever a proposta e sua aplicabilidade para a Natura através do formulário disponível em http://www.anprotec.org.br/Formulario_Natura.doc. O prazo para envio é 4 de maio, e o material deve ser destinado ao endereço [email protected] Para acessar o texto integral da chamada, acesse http://www.anprotec.org.br/Chamada_Natura.pdf.

A Natura, líder no mercado brasileiro de cosméticos, fragrâncias, higiene pessoal e também de venda direta, presente em sete países da América Latina e da França, recentemente se tornou parceira oficial do programa Sinapse da Inovação Amazonas.

 

Notícia 06.04.2015

A empresa Hórus, contemplada em 2014 pela Operação SC-IV do Sinapse da Inovação, pelo Senai Inovação e pelo Inovativa Brasil, acaba de apresentar a Isis, uma aeronave autônoma voltada para o monitoramento, mapeamento e controle de grandes extensões territoriais. Por meio dos programas de incentivo ao empreendedorismo, a empresa recebeu da Fapesc e da Fiesc um aporte financeiro de R$ 700 mil, que possibilitou a execução do projeto. Desde 2015 a Hórus conta também com o apoio do CELTA, incubadora da Fundação CERTI onde a empresa está instalada, e com a parceria da UFSC e da EMBRAPA.

image003A Isis é um Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado) programado via GPS e dotado de câmeras de alta resolução – o que torna possível a realização de diagnósticos precisos através de ortofotos (representação fotográfica de uma região da superfície terrestre, no qual todos os elementos apresentam a mesma escala, livre de erros e deformações, com a mesma validade de um plano cartográfico). Voltada para o mapeamento em atividades de agricultura, mineração, controle ambiental e florestal, entre outras, a Isis representa uma nova solução e uma tecnologia catarinense em captação de imagens aéreas.

Feito de fibra de carbono e materiais compostos, que dão resistência e ao mesmo tempo garantem um peso reduzido, o equipamento tem, ainda, a vantagem de não precisar de uma pista para decolagem ou pouso: a decolagem é feita por lançamento manual e o pouco pode ser realizado em qualquer área com espaço de 10 metros de comprimento.

Conheça mais sobre o trabalho da Hórus através da página oficial da empresa: http://horusaeronaves.com/.