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Notícia 28.09.2016

Terminam na próxima sexta-feira, dia 30 de setembro, as inscrições para a segunda edição do Inove Senior, programa de aceleração de startups promovido pela Senior, empresa catarinense especializada na oferta de software para gestão empresarial, de pessoas, logística e de controle de acesso. A iniciativa é voltada a startups de todo o Brasil, que tenham projetos nas áreas de software e hardware e que explorem novas demandas de mercado, como IoT (Internet das Coisas), Big Data, Inteligência Artificial, entre outras. As duas finalistas receberão investimentos de até R$ 500 mil.

A primeira edição do programa, realizada em 2015, disponibilizou mais de mil horas de mentoria, consultoria e capacitação às 10 startups selecionadas. Segundo Maíra Rabelo, CEO da M2Agro, o Inove oferece acesso ao mercado e conhecimento em áreas diversas. “Durante a aceleração, conseguimos validar o negócio da startup e definir os melhores caminhos para chegar aos nossos clientes, trabalhando em larga escala. O programa nos deu potencial de escalabilidade e força para alavancar a empresa a um crescimento ainda maior”, afirma. Finalista da primeira edição, a M2Agro foi uma entre as três startups que passaram a ser unidades de negócio da Senior e hoje têm seus produtos incluídos no portfólio da companhia.

 

Expectativas e requisitos

 
“A última edição do Inove trouxe excelentes resultados, com projetos interessantes e com muita aderência ao mercado e ao negócio da Senior. Para este ano, estamos bastante empolgados com a possibilidade de aceleração de startups que atendam novas demandas importantes do mercado em termos de hardware e software”, explica o Gerente de Inovação da Senior, Cacio Packer. “Além dos benefícios financeiros, as startups que participam do projeto têm acesso a especialistas que compartilham conhecimentos voltados a apoiar o crescimento dos projetos de forma sustentável”, complementa.

Para participar da segunda edição, as startups interessadas devem acessar o site www.inovesenior.com.br e preencher um cadastro com informações detalhadas sobre o projeto. Entre os requisitos para participar do programa estão a apresentação do MVP (Produto Mínimo Viável) validado; ter mais de um empreendedor dedicado à operação; disponibilidade para estar presente em Florianópolis durante as sessões de mentoria; e atuação no mercado corporativo, seja no modelo B2C (de negócios entre empresas) ou B2B2C (negócios entre empresas com foco no consumidor final). Outro ponto importante é que a startup não precisa, necessariamente, ser pessoa jurídica ou ter faturamento mínimo.

 

Etapas da aceleração

 

Após o término das inscrições, 20 startups serão pré-selecionadas para participar do processo de apresentação dos negócios. Dessas, 10 serão escolhidas por um comitê avaliador – composto por executivos da Senior e parceiros – para participar de atividades, durante um mês, que incluem entrevistas com empreendedores e uma avaliação detalhada do negócio.

Até oito startups participarão do processo de aceleração, durante o qual serão divididas entre aceleração comercial ou aceleração de produto, de acordo com estágio e maturidade do negócio. Nesse momento, as empresas receberão orientações sobre modelos de negócios, validação de mercado, viabilidade do produto, força de vendas, acesso ao mercado e gestão.

A aceleração acontecerá durante o ano de 2017 e até duas finalistas poderão receber investimento de R$ 250 mil cada, além de tornarem-se Unidade de Negócios da Senior.

 

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Notícia 26.09.2016

Você tem uma empresa de Tecnologia da Informação e busca uma oportunidade de negócio no exterior? A Softex, Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro, está lançando a série de Market Analysis que contempla os mercados internacionais que apresentam maior potencial para receber soluções brasileiras. O objetivo dos relatórios é trazer maiores informações sobre as tendências dos mercados de TI em outros países, para atender à demanda das empresas brasileiras do setor interessadas em buscar novos espaços para seus produtos e serviços. A iniciativa ocorre no âmbito do projeto de promoção de exportações do setor de software e serviços de TI, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

“A falta de informação sobre mercados externos é apontada como principal dificuldade por cerca de 70% das empresas que buscam nosso apoio no processo de internacionalização”, explica Guilherme Amorim, gerente da área Internacional da Softex.

Ao longo deste ano, foram produzidos 16 relatórios, entre eles um abrangendo a região da América Latina que apresenta forte demanda em função de similaridades culturais. Chile, Colômbia, México e Argentina são mercados muito receptivos à TI brasileira, cada um com características próprias.

“A identificação dessas peculiaridades aumenta a probabilidade de sucesso quando uma empresa brasileira chega a um novo país. No caso do Chile, por exemplo, há uma forte demanda gerada pelos vários acordos bilaterais assinados pelo país, o que faz dele uma excelente base para outros mercados. Além disso, o Chile também é muito receptivo para vendas governamentais”, explica Amorim.

A América do Norte e a Europa, duas outras regiões que podem absorver a produção brasileira de TI, também integram a série Market Analysis.  “Qualquer empresa interessada pode ter acesso à versão resumida e, caso queira informações mais detalhadas, pode se associar ao Projeto”, complementa Amorim, lembrando ainda que os relatórios são produzidos com base em informações exclusivas dos principais institutos de pesquisa globais como Gartner, Euromonitor e Forrester, alinhadas com os dados primários levantados e analisados pelo corpo técnico do próprio Projeto.

Hoje, as empresas do Projeto Setorial Softex/Apex-Brasil respondem por 45% das exportações do setor de software e serviços do Brasil. Integrado atualmente por 202 companhias, ele têm como mercados-alvo prioritários Estados Unidos, Colômbia, Chile e México.

O Projeto oferece uma série de benefícios às associadas além de informações qualificadas sobre os mercados-alvos, tais como assessoria comercial no exterior, participação em feiras e eventos internacionais, apoio na obtenção de financiamento para exportação e em questões como registro de marcas e de software, localização, instalação de subsidiárias e aspectos legais.

Conheça os relatórios:

 

Estados Unidos

Brasil

Chile

Colômbia

Argentina: PANORAMA E PERSPECTIVAS PARA O MERCADO DE TI COM FOCO EM FOLHA DE PAGAMENTOS

Peru

Argentina, Chile e México: Destaques da América Latina em software e serviços de TI

Colômbia e Chile

Canadá

Portugal

Europa: O mercado de TI em Educação

Mobile: Tendências Globais

 

Para acessar a série Market Analysis lançada pela Softex visite: http://www.brasilitplus.com/brasilit/Portugues/detOportunidadesInvestimentos.php

 

Fonte: Softex

Notícia 23.09.2016
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Nos dias 12 a 17 de setembro foi realizada no campus da Universidade do Oeste de Santa Catarina – UNOESC, em São Miguel do Oeste, a XIV Semana da Informática. Promovida pelo curso de Ciência da Computação da instituição, essa edição trouxe como temas o Empreendedorismo, Tecnologia da Informação na Educação e Mulheres na área de Tecnologia.


O evento, que contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina – FAPESC, objetivou a capacitação de acadêmicos, professores e profissionais da região Oeste, por meio de palestras e oficinas. Além disso, a Semana foi uma oportunidade de promover a integração das diversas instituições de ensino e pesquisa locais.


Na ocasião, o professor Antônio Rogério de Souza, coordenador institucional do Sinapse da Inovação, realizou a palestra de abertura do evento intitulada “Empreendedorismo Inovador: Estratégia para o desenvolvimento”. O professor abordou temas como inovação e a competitividade, os meios de comunicação e sua relação com o processo de inovação, e o empreendedorismo como alavanca para a inovação. Além disso, destacou a importância do Sinapse para o ecossistema de inovação de Santa Catarina.


Dentre as 100 ideias inovadoras aprovadas nesta quinta edição do Sinapse, 12 são da região oeste, e destas, 3 são oriundas da UNOESC.


Notícia 20.09.2016

A Signa, empresa contemplada na quinta edição do Sinapse da Inovação SC, está participando do SEED – Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development – um programa de aceleração de startups, realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo de Minas Gerais.

Nesta última quinta-feira, 15 de setembro, aconteceu em Belo Horizonte o evento Shark Tower, que marca a metade da 3ª rodada do SEED, na qual, de acordo com o edital do programa, são eliminadas 10% das empresas participantes. No Shark Tower, os empreendedores viveram a experiência de um verdadeiro pitch elevator: tiveram 40 segundos para convencer um investidor no elevador! Isso mesmo, um representante de cada startup precisou apresentar seu produto e convencer o investidor antes de chegar ao topo do Vila da Serra, local da realização do evento. Quando a porta se abria, ou o empreendedor seguia para apresentar seu pitch à banca ou descia imediatamente para o térreo.

A Sináptica se destacou e está entre as três melhores na colocação geral de performance das empresas até o momento. Permanecendo entre os oito melhores colocados, a Signa poderá apresentar seu pitch no Demoday durante a FINIT, um evento de inovação e tecnologia organizado pelo Governo de Minas Gerais.

Go Signa!

 

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A empresa

 

A Signa tem como objetivo ajudar surdos, deficientes auditivos, cegos e deficientes visuais a terem acesso a materiais adequados às suas necessidades, no que diz respeito à formação para o mercado de trabalho, criando um contexto mais favorável ao seu desenvolvimento profissional. Visa também ajudar empresas responsáveis a atingir suas metas de atendimento à lei de cotas, prevista na legislação brasileira.

A empresa oferece cursos voltados ao mercado de trabalho para surdos e cegos. Aos surdos, a Signa oferece cursos construídos desde a sua concepção com videoaulas, sem áudio, ministradas por professores surdos ou intérpretes profissionais, utilizando sempre Libras – Língua Brasileira de Sinais – e com Legendas em português. Para os cegos, são oferecidos cursos com material acessível através de navegação via teclado e leitores de tela JAWS e NVDA, seguindo os padrões internacionais como W3C, WCAG e WAI-ARIA, além de material narrado e com audiodescrição. Esse conteúdo fica disponível ao público em uma plataforma igualmente acessível, para ser consumido através do navegador web em PC, tablets e smartphones em qualquer local que possua acesso à Internet.

 

 

Fonte: SEED